O conhecimento é um tesouro, mas a prática é a chave para alcança-lo. (Thomas Fuller)

domingo, 25 de agosto de 2013

RN será autossuficiente em energia limpa

Com a velocidade dos avanços tecnológicos, aerogeradores gigantes, como grandes cataventos, geram energia limpa e poupam a atmosfera de toneladas de poluição. De 2011 pra cá, a produção de energias renováveis triplicou no Brasil. O potencial de crescimento é enorme e atrai a atenção de investidores estrangeiros e locais.

Fonte de energia limpa e inesgotável, as usinas eólicas compõem o modelo de energia renovável que mais cresce. A média anual de expansão é de 25% em todo o mundo. No Nordeste brasileiro, medições indicam que a força eólica é o dobro da demonstrada no mapa de ventos.

Mas o setor ainda responde por uma pequena parcela dentro da matriz energética do país, somente 1,47% do total. A expectativa é que até 2020, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), chegue a 7%. Os investimentos e expansão da indústria eólica são considerados essenciais à sustentabilidade.
O Rio Grande do Norte tem a maior matriz energética de eólica do país, 43% de toda energia produzida é proveniente de parques eólicos. A expectativa é que em 2016, além de manter a produção, o Estado passe a exportar cerca de 1/3 do superávit para estados vizinhos.

Além de autossuficiente em capacidade de produzir energia, o estado também é autônomo em fontes energéticas. E mais: poderá chegar a 2016 com o  potencial de consumo energético atendido integralmente por fontes renováveis.

O otimismo sopra com a estimativa da capacidade futura, devido ao número de parques já contratados - sem contar os arrematados no último leilão. São 45 parques em construção e outros 65 que ainda não iniciaram as obras que somam 3,1 Gigawatts em geração de energia dos ventos, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além do potencial em gás, termelétrica e biomassa. “O Estado não precisa importar carvão, gás. O RN tem vento, gás e biomassa e vai ter sol. Gera a energia de fontes próprias”, observa Jean-Paul Prates.

Fonte: Tribuna do Norte